Equipe da cidade de Ivoti
Equipe da cidade de Ivoti do estado do Rio Grande do Sul está de passagem pelo nosso estado e estiram aqui em nossa loja prestigiando e fazendo reparos rápidos!
Amigos de longa do nosso colobarador Flávio Cavalcante
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Trek Elite 9.8
Quadro: De Carbono TCT w/BB90, drop-in headset rolamentos e suporte inferior
Suspensão Dianteira: Fox F-Series remoto RL primavera w / ar, rebound, bloqueio remoto, coluna em alumínio, 100mm de curso
Rodas: Bontrager Race Lite sistema de rodas Disc, 28 furos, centro de lock, preparado para tubeless
Pneus: Bontrager XR1 Team, 26x2.2 "
Trocadores: Shimano Deore XT, 10 velocidades
Câmbio Dianteiro: Shimano Deore XT
Câmbio Traseiro: Shimano Deore XT
Pedivela: Shimano Deore XT, 42/32/24
Cassete: Shimano M77110 11-36, 10 velocidades
Selim: Bontrager Evoke 3, titânio rails Assento Bontrager Race X Lite, 31,6 milímetros, 5mm compensado
Guidão: Bontrager Race X Lite Flat, 31,8 milímetros, 7 varrer grau
Mesa: Bontrager Race X Lite, 31.8mm
Movimento de Direção: Cane Creek IS-3, 1-1/8 cartucho de liga "
Freios: Avid Elixir R freios a disco hidráulicos
Disponível no Tamanho: 19.5
http://www.bikepointsc.com.br/catalogo/4/167/3264
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Relato de Henrique Avancini Atleta Bike Point/Criciúma em sua vitoria no JASC
“Os Jogos Abertos de Santa Catarina, é uma prova peculiar.
Os atletas representam as cidades do Estado e o clima é de muita rivalidade.
Essa foi a primeira edição dos Jogos Abertos que cheguei em condições físicas
de brigar pela vitória. Como a competição acontece em novembro, é difícil
chegar em boa forma, mas eu esperava que esse ano as coisas seriam diferentes e
que eu conseguiria andar bem
aproveitando a boa forma que venho no final da temporada.
A edição de 2012 dos Jogos está sendo realizada na cidade de
Caçador. O circuito não tinha muitas dificuldades de pilotagem, porém era bem
exigente fisicamente. A prova seria disputada em 7 voltas no circuito de cerca
de 5km, o que deixaria a prova longa, para uma competição de croos-country
olímpico (XCO).
Na primeira volta o ritmo imposto não foi tão intenso. No meio do circuito lancei um ataque, para entrar em uma trilha na frente e percebi que abri uma pequena vantagem para os atletas da equipe de Joinville, Ricardo Pscheidt e Gilberto Góes, que eram os favoritos da competição. Nas primeiras 3 voltas segui controlando a diferença e vendo como eles agiriam já que em alguns pontos do circuito faria uma grande diferença ter um companheiro de equipe. A diferença aumentou aos poucos e na quarta volta forcei mais o ritmo para tentar ganhar uma vantagem mais sólida, e consegui abrir uma diferença mais confortável. Nas últimas três voltas pilotei com mais cautela porém mantendo a concentração e o ritmo forte até vencer a prova. Fiquei contente com a vitória e seguir em boa forma já no final da temporada, o que só aumenta minha confiança para 2013.”
Na primeira volta o ritmo imposto não foi tão intenso. No meio do circuito lancei um ataque, para entrar em uma trilha na frente e percebi que abri uma pequena vantagem para os atletas da equipe de Joinville, Ricardo Pscheidt e Gilberto Góes, que eram os favoritos da competição. Nas primeiras 3 voltas segui controlando a diferença e vendo como eles agiriam já que em alguns pontos do circuito faria uma grande diferença ter um companheiro de equipe. A diferença aumentou aos poucos e na quarta volta forcei mais o ritmo para tentar ganhar uma vantagem mais sólida, e consegui abrir uma diferença mais confortável. Nas últimas três voltas pilotei com mais cautela porém mantendo a concentração e o ritmo forte até vencer a prova. Fiquei contente com a vitória e seguir em boa forma já no final da temporada, o que só aumenta minha confiança para 2013.”
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Os exemplos que Florianópolis poderia seguir para atender melhor os ciclistas
Amsterdã e Rio de Janeiro investem em ciclovias como opção de mobilidade urbana
Mesmo com a fama de cidade com qualidade de vida e capital brasileira com índice de desenvolvimento humano mais próximo do modelo europeu, Florianópolis não segue o padrão quando o assunto é mobilidade urbana. Se lá uma das principais apostas para diminuir o excesso de carros nas ruas foi incentivar o uso da bicicleta, na Capital catarinense especialistas e entidades envolvidos com o trânsito atestam que o poder público está longe de pedalar em direção a este modal alternativo.
Florianópolis possui apenas 43 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas construídas, enquanto cidades como Amsterdã contam com uma malha até dez vezes maior. A capital da Holanda tem 400 quilômetros de vias ciclísticas. Mesmo que Amsterdã tenha área bem maior que de Florianópolis — lá a cidade tem 1,3 milhão de habitantes e aqui são 421 mil — o exemplo vale como inspiração.
A reviravolta para o incentivo do uso da bike em Amsterdã ocorreu justamente após o cansaço provocado pelo caos do trânsito de carros há 50 anos. Hoje, Florianópolis vive esse estresse, mas os investimentos para incentivar o uso das magrelas, ideal para trajetos de cinco a oito quilômetros, ocorre de forma tímida.
Existem exemplos brasileiros para seguir. O Rio de Janeiro, uma capital com a geografia bem parecida com a de Florianópolis, é a cidade do país mais amigável para ciclistas e já tem um sistema viário de 290 quilômetros de extensão.
Atualmente três ciclofaixas estão em construção em Florianópolis. Os 4,7 quilômetros da Rodovia Baldicero Filomeno, no Ribeirão da Ilha, interior da cidade, foi licitada em 2008 e até hoje não foram concluídos. A via ciclística da Bocaiúva deve passar de 500 metros para 1,6 quilômetros, segundo o Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf).
Também estão sendo feitos os 2,7 quilômetros de ciclovia da Rodovia João Gualberto Soares, no Bairro Ingleses do Rio Vermelho, Norte da Ilha. Ainda estão em fase de projeto e licitações outros 33 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas junto as ruas e rodovias estaduais e federais.
Para a professora de Engenharia de Tráfego da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Lenise Grando Goldner, Florianópolis não tem infraestrutura para as pessoas se transportarem de bicicleta com segurança e nem educação no trânsito.
Um dos principais problemas são a falta de conexões entre as vias ciclísticas, muitos delas são bem curtas, a exemplo da ciclovia em frente a Academia de Polícia Civil (Acadepol), em Canasvieiras, com apenas 400 metros de extensão. Onde não tem ciclovia e ciclofaixa, o ciclista tem direito de compartilhar a via com os carros, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que exige do motorista a redução de velocidade e distância de 1,5 metros das bicicletas.
Reportagem: Roberta Kremer
Fonte: Diário Catarinense
Foto: Julio Cavalheiro / Agencia RBS
Triatleta Santiago Mendonça no JASC - ProRunner/Bike Point
O Triatleta Santiago Mendonça, de Criciúma
(equipe ProRunner) vai estar correndo o JASC com uma Shiv Pro adquirida
aqui na Bike Point e com o nosso apoio, boa sorte Santiago.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Grupo faz campanha por ciclovia
Adotar a bicicleta como meio de transporte para trabalhar ou simplesmente usá-la para o lazer em Araranguá é mais difícil do que parece. Além da mudança de hábitos, a iniciativa requer maior preparo físico, uso de equipamentos especiais e, acima de tudo, muito cuidado ao andar pelas ruas e avenidas. Nelas, motoristas de caminhões, ônibus e automóveis quase sempre ignoram o ciclista. Em vez de enxergar um veículo com direitos e deveres no trânsito, a maioria trata a bicicleta como um obstáculo na estrada.
Quem adotou o ciclismo como atividade física, depende dele para se locomover ou então simplesmente curte dar umas pedaladas por aí, conhece muito bem estas e outras dificuldades. É o caso do grupo Papaléguas da Bike, formado por aproximadamente 40 pessoas. São profissionais liberais, advogados, policiais, professores, empresários, estudantes e tantos outros que em comum possuem a paixão pela 'magrela'. Iniciado em 2005, o grupo ganha mais adeptos a cada dia e os encontros são diários, geralmente no período noturno, quando o trânsito é menos intenso.
O uso da bicicleta é uma ferramenta eficaz para melhoria da qualidade de vida do praticante. A prática saudável, em larga escala, poderia ajudar a reduzir o número de veículos nas ruas, desafogando o já congestionado tráfego, e seria fundamental para reduzir o impacto da poluição provocada pelos veículos no meio ambiente.Enquanto no mundo desenvolvido grandes cidades investem em medidas que ampliam o sistema cicloviário e o incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte, a realidade em Araranguá continua distante de um modelo que eduque e ofereça segurança no trânsito.Desrespeito à sinalização, excesso de buracos, trânsito tumultuado. A reportagem do Correio do Sul participou de um dos encontros do grupo que engrossa o tom para reivindicar a construção de ciclovias na cidade.
O calvário começa com a ausência de locais específicos para o tráfego das bicicletas. A Cidade das Avenidas possui uma única ciclovia, recém construída no prolongamento da avenida Quinze de Novembro, no bairro Mato Alto, com apenas um km de comprimento. O jeito é encarar a disputa por espaço com carros, ônibus e caminhões nas movimentadas vias públicas. O empresário Evandro César Hann é um dos primeiros membros do grupo de ciclistas. Em companhia dos amigos ele pedala todo final de tarde. O roteiro inclui avenidas movimentadas como a Sete de Setembro, Getúlio Vargas e XV de Novembro e áreas mais tranquilas, como a Volta Curta. A atividade dura em média uma hora e meia em que são percorridos cerca de 40 km. Aos 48 anos de idade, Evandro afirma que ganhou saúde e qualidade de vida. "Mandei o stress embora depois que comecei a pedalar. Durmo muito melhor e me sinto bem. Adquiri hábitos saudáveis".
O jovem Eduardo Silveira, 17 anos, é o mais novo Papaléguas. Começou a pedalar aos 15 a convite do pai que já era ciclista e nunca mais parou. Hoje ele dedica seus finais de tarde ao ciclismo e afirma que não consegue viver sem a bike. Gostou tanto que até participa de alguns campeonatos estado afora, representando Araranguá na modalidade esportiva e garantido boas colocações. Eduardo reivindica uma área dedicada ao ciclismo na cidade. "Faz falta um lugar adequado para praticarmos. Seria o ideal para termos segurança," diz.
Para o delegado Jorge Giraldi, que integra o grupo de ciclismo há mais de dois anos, pedalar é uma atividade prazerosa. "É um esporte em que você consegue aliar prazer com lazer e ainda proporciona saúde. É muito gratificante também conhecer lugares diferentes e ótimo para fazer novos amigos," defende. Segundo Giraldi, pedalando é possível observar que as leis de trânsito são ignoradas pela maior parte dos motoristas. São poucos os motoristas que se mantêm a 1,5 metro de distância das bicicletas e reduzem a velocidade ao ultrapassar um ciclista. Assim como determina a legislação de trânsito, os ciclistas procuram ficar no acostamento das pistas e na mesma mão dos veículos. A bicicleta acaba não sendo encarada como um meio de transporte por grande parte dos condutores. Buzinadas, fechadas, expressões hostis com gestos e olhares por parte de motoristas são comuns.
Para acabar com este tipo de comportamento, Giraldi afirma que se faz necessário a construção de ciclovias. Ele defende a implantação das duas primeiras ciclovias na rodovia municipal que dá acesso ao Morro dos Conventos e também na SC 449, que liga Araranguá a Arroio do Silva. Nestes dois locais existe um fluxo grande de ciclistas que aumenta ainda mais durante a temporada de verão. "É uma vergonha a cidade não possuir uma ciclovia. Cidades menores da região como Timbé do Sul, Jacinto Machado, Meleiro e Turvo já possuem e Araranguá sendo a maior do Vale ainda não se mobilizou para construir uma," protesta. Giraldi recorda que já conversou pessoalmente com vários vereadores, no entanto, o executivo até o momento não se manifestou sobre a questão. A colocação de taxões nas principais vias de acesso piorou a situação dos ciclistas, diz ele em seu desabafo.
O advogado Alceu Pacheco é o mais recém chegado ao grupo. Iniciou na atividade há cerca de um mês, mas já afirma sentir os benefícios proporcionados pelas primeiras pedaladas. Encorajado pelos amigos, comprou uma bicicleta, equipamentos, roupas e acessórios e hoje afirma sentir-se vivendo uma vida mais saudável acima de tudo. "Quem está buscando se exercitar, ter saúde e ainda prazer, recomendo o ciclismo. Não quero me tornar um atleta, quero apenas manter a saúde e me divertir. Comecei a fazer 10 km e já consegui fazer 35. Além disso, ainda proporciona integração com a turma de amigos," comemora.
Fonte: Correio do Sul
O uso inusitado de uma speed
Ja pensou na pedalada do fim de semana? Aproveite para pedalar
Aproveite o embalo e veja esse vídeo com o uso inusitado de uma speed
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